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terça-feira, 9 de abril de 2013

Borussia Dortmund se classifica com virada fenomenal contra o valente Málaga

Depois de um 0 a 0 na Espanha, o Borussia Dortmund precisava de uma vitória, já que o empate com gols classificaria o Málaga; e o que vimos foi simplesmente inacreditável, após 90 minutos onde o estreante em Champions League, Málaga, jogou de igual para igual com o poderoso Borussia e ganhava por 2 a 1, o time de Jurgen Klopp conseguiu, na raça, virar nos 2 últimos minutos, vencendo por 3 a 2.



O jogo
O Málaga entrou cauteloso, com a proposta de se defender bem e, com a bola, tentar cadenciar o jogo sem se precipitar. Na marcação, tinha apenas os 2 atacantes marcando no campo de ataque, o restante do time se organizaga em 2 linhas de 4 no campo defensivo.

O time alemão encontrou muita dificuldade em fazer a bola chegar ao quarteto ofensivo; na verdade, estava difícil até passar da linha que divide o meio do gramado; isso por 2 motivos: pela marcação eficiente do time de Manuel Pellegrini, onde Joaquín e Julio Baptista cercavam os volantes do Borussia, impedindo que a bola chegasse aos mesmos, e a segunda linha de marcação que impedia que a bola chegasse a Gotze, Blaszczykowsky (apelidado de 'Kuba') e Reus, fazendo com que o próprio Gotze precisasse voltar, em algumas ocasiões.

O segundo (e o principal) motivo dos problemas na transição defesa-ataque foi a própria inercia do Borussia; os laterais Piszczek e Schmelzer partiam para o ataquem sem a bola ao mesmo tempo e acabavam por nar participar da saída de bola, Gundogan nao, ou raramente, usava sua velocidade para se desmarcar e correr com a bola pelo meio como um segundo volante - como Paulinho pelo Corinthians - mas escolhia por ficar preso na marcação de Julio Baptista.

A posse de bola do time alemão passava dos 60%, mas raramente a bola chegava ao ataque em boas condições. Aos 25' do primeiro tempo, após contra-ataque, os visitantes chegaram ao gol com Joaquin, e aos 40', o Borussia chegou ao empate com Lewandowski num contra-ataque fruto de um erro no lado esquerdo do ataque do Malága.

A história do primeiro tempo e repitiu no segundo tempo, com dificuldades de impor seu jogo, por parte dos donos da casa. O Málaga fez o segundo aos 38', com Eliseu, que estrara no lugar de Duda, em posição irregular. 

Final eletrizante
Aos 45 do segundo tempo, o Málaga ainda estava ganhando por 2 a 1 e o árbitro deu 3 minutos de acréscimos. Klopp havia surpreendido todos ao colocar o zagueiro Hummels no lugar do meia Gundogan, até que Reus conseguiu o empate aos 46 e, pra delírio de uma das torcidas mais apaixonadas do mundo, o Borussia chegou ao gol no último minuto da prorrogação com o brasileiro Felipe Santana.

Com essa vitória, o Borussia Dortmund se classifica para as semifinais e espera os jogos de amanhã e o sorteio de sexta-feira para saber quem pega na próxima fase

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Chelsea vence Monterrey com autoridade e mostra para Corinthians como se faz

O atual campeão europeu Chelsea do técnico espanhol Rafael Benítez jogou hoje com o Monterrey do México em jogo válido pela semifinal do Mundial de Clubes da FIFA. Os Blues venceram por 3 a 1 e carimbaram o passaporte para a final, no domingo, onde enfrentarão o Corinthians.

O Chelsea jogou com autoridade; tendo mais posse de bola contra um time de fraca marcação que, ao contrário do Al Ahly que enfrentou o Corinthians, dava muito espaço para o time adversário, característica de times sul-americanos, dando bastante espaço para os jogadores habilidosos do Chelsea.

O jogo

No Chelsea, Azpilicueta foi titular na lateral direita, no lugar de Ivanovic que, zagueiro de origem, substituiu Terry na zaga, que não viajou para o Japão.

A surpresa e, de uma certa forma, o destaque, do time, foi o zagueiro brasileiro David Luiz ter jogado como volante, e mais, ter jogado como segundo volante ao lado de Mikel. O brasileiro, que substituia Lampard, além de marcar muito bem, era responsável por carregar a bola para o ataque; e surpreendeu com sua visão de jogo e seus bons passes, tendo quase marcado um gol. Era o Paulinho de Londres!

À frente dos volantes, Oscar jogou pelo meio como meia-atacante, Hazard e Juan Mata, um de cada lado, jogavam bem abertos. Torres era a referência no ataque, voltando algumas vezes também, para buscar jogo.

Uma importante aspecto do time era a troca de posição entre Oscar, Hazard e Juan Mata. Numa dessas ocasiões, onde Hazard foi para a direita, Mata pelo meio e Oscar pela direita, Ashley Cole toca para Oscar, que devolve de calcanhar para Cole dar a assistência para o primeiro gol do Chelsea com Juan Mata.

O Monterrey de Victor Vucetich entrou num 4-1-4-1/4-3-3. O campeão da Liga dos Campeões da Concacaf jogou mal e não ofereceu nenhuma dificuldade ao Chelsea. Ofensivamente, os mexicanos eram desorganizados e não tinham um meio-campo sólido que os possibilitasse a armar jogadas que levassem perigo aos ingleses.

O time de Victor Vucetich buscava a movimentação da linha do meio-campo e do uso de De Nigris como pivô e como ameaça aérea.

Defensivamente o time era também ruim. Ao contrário do Al Ahly, e do próprio Chelsea, o Monterrey não marcou em zonas, mas individualmente, ou seja, a marcação do indivíduo é mais importante do que a marcação do espaço em si (estilo sul-americano). Com vasto espaço, jogadores habilidosos e pouco empenho do time mexicano para marcar, o Chelsea não precisou se esforçar tanto para vencer como venceu.

2º tempo - início avassalador do Chelsea
Logo aos 27 SEGUNDOS do segundo tempo, Hazard passa por Perez e passa para Torres que chuta, e marca após a bola ter desviado na zaga. Pouco menos de 3 minutos depois do segundo gol, Torres recebeu a bola sem marcação no meio e passou de trivela para Juan Mata que se enfiou pela direita. Mata tentou o passe para Oscar no meio, mas a bola desviou em Chavez e entrou. Gol contra, 3 a 0.

Depois do início do segundo tempo, onde o Chelsea conseguiu marcar duas vezes, o time inglês administrou a vantagem até que, nos acréscimos, De Nigres desconta para o Monterrey. Placar final, 3 a 1 e Chelsea na final!

Final domingo: o que esperar?
Para domingo não devemos esperar muitas mudanças do lado azul. Apesar da boa atuação de David Luiz como volante, temos que lembrar que isso só aconteceu porque Rafa Benítez quis poupar Ramires, que vinha cansado; outro aspirante a essa vaga é o ídolo Frank Lampard, mas não vejo problema em Ramires jogar junto com Lampard, desde que um deles fique de olho em Paulinho nos contra-ataques.

Outro que pode entrar nesse time é o nigeriano Victor Moses; o meia direita é rápido mas pode desempenhar um papel também de marcação. O próprio Ramires já atuou desde a temporada passada nessa faixa do campo e pode voltar a atuar na final. Se Ramires ou Moses forem para a direita, Mata deve ir para o meio, tirando Oscar do time, assim, o Chelsea perderia em criatividade, mas ganharia em marcação e velocidade.

Se no Chelsea ainda há dúvidas no tocante à escalação, o Corinthians parece já definido. Tite deve repetir a maior parte dos jogadores que jogaram a semifinal contra o Al Ahly. A minha única desconfiança é com Emerson Sheik. Sheik jogou muito mal contra o Al Ahly, não conseguia se movimentar, não puxava contra-ataques e não voltava para ajudar na defesa. Além de que, contra o Chelsea, o Corinthians vai precisar de um meia aberto que volte para marcar, principalmente se Aspilicueta jogar como lateral direito, jogador que apoia mais que Ivanovic. Os substititutos podem ser Romarinho ou Jorge Henrique.

Para domingo, devemos esperar um Chelsea que busque ter a posse da bola e presença ofensiva, usando jogadores leves e rápidos que darão muito trabalho aos corinthianos. Já o Corinthians, vai entrar em campo sabendo que se tomar um gol, talvez não tenha poderio ofensivo o bastante para virar e, caso se abra demais, o Chelsea tem jogadores velozes que podem aproveitar os espaços e ampliar a vantagem.

Visto isso, o time de Tite deve ser precavido na defesa para não ser surpreendido, mas também, aguerrido no ataque, usando Paulinho como uma grande arma para puxar os ataques do time do Corinthians. Vamos esperar pra ver :D

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Corinthians toma pressão mas espanta zebra e garante vaga na final

O Corinthians de Tite encarou o time egípcio campeão africano Al Ahly do técnico Hossam El-Badry pela semifinal do Mundial de Clubes da FIFA.

O time brasileiro foi surpreendido num confronto teoricamente fácil e, tomando pressão do time adversário no fim, garantiu uma vitória magra e irresponsável por 1 a 0.

O jogo
CORREÇÃO: Gomma jogou na zaga, não Abdel
El Badry escalou o Al Ahly com 2 linhas de 4 com objetivo principal de marcar o time do Corinthians. O principal jogador do time, Aboutrika, começou no banco de reservas. A estratégia era não levar gols no primeiro tempo, e sair pro jogo com o craque Aboutrika no segundo, e almejar a vitória.

Destaque para o desenho tático do time egípcio, que atacava com amplitude, era um time largo, já quando defendia, comprimia suas linhas de marcação, juntando mais os jogadores, não dando nenhum espaço para o Corinthians, neutralizando as arrancadas de Paulinho e encurralando o timão.

O time egípcio além de ter duas linhas de quatro plantadas no campo de defesa, contava com o recuo de um dos dois atacantes enfiados.
A imagem mostra a compactação defensiva do Al Ahly

O Corinthians de Tite entrou no jogo com o objetivo de ter mais posse de bola e volume de jogo. Fábio Santos e Alessandro apoiavam o ataque, Ralf era o primeiro volante com mais propensão a marcar; Paulinho era a alma do meio-campo. Ele avançava e proporcionava as melhores chances de furar a forte marcação do Al Ahly com suas arrancadas.

Douglas, o camisa 10, tinha o papel de armar as jogadas, recuando e carregando a bola para o ataque. E assim, com as movimentações de Paulinho e Douglas, o 4-2-3-1 de Tite se transformava em um 4-1-4-1.

Guerrero jogou como pivô, o peruano é o preferido de Tite para a posição, pois é o único que pode desempenhar bem esse papel (de pivô), que é fundamental no 4-2-3-1, segundo o próprio Tite.

Inversão de pontas
Lá pro meio do primeiro tempo, Emerson, o Sheik, trocou de lado com Danilo, que desempenhou um papel defensivo de acompanhar Fathi durante toda a faixa do campo, ajudando a marcação do lado esquerdo da defesa.

Corinthians marca com passe genial de Danilo
Aos 29 minutos, Danilo cobra escanteio curto que é desviado, na sequência, Fábio Santos toca novamente para Danilo que cruza de primeira de canhota para o peruano Paolo Guerrero completar de cabeça no canto direito de Ekrami. 1 a 0.

2º tempo
Na segunda etapa, com a entrada de Aboutrika, o time egípcio foi pro tudo ou nada. O meia-atacante jogou à frente dos meias com o intuito de armar as jogadas do Ahly. Aboutrika fez o jogo do time fluir melhor, conseguido deixar companheiros na cara do gol pelo menos três vezes.

Com a pressão adversária, os brasileiros só se preocuparam em marcar e jogar em contra-ataque, isso ficou claro com a entrada do prodígio Romarinho, responsável pela marcação do lateral esquerdo Kenawi e pelos contra-ataques pelo lado direito.

No fim, os corinthianos conseguiram segurar a vitória magra e, repito, irresponsável, tendo em vista o porte do adversário, que só nao marcou gols, pela falta de qualidade técnica de seu plantel.

domingo, 7 de outubro de 2012

Inter com 3 zagueiros vence rival Milan no 4-2-3-1 em um derby emocionante!

A Internazionale, time de coração deste que vos fala, teve de segurar a pressão do rival Milan para garantir mais 3 pontos na Serie A, o campeonato italiano, em 7 jogos. Foi uma vitória magra, 1 a 0, com um gol de Samuel logo no início, mas o bastante pra aumentar a moral nerazzurri e marcar a má fase do lado rossonero e pôr mais pressão no técnico Massimiliano Allegri.

O triunfo deixou a Inter com 15 pontos, na quarta colocação, quatro pontos atrás da líder Juventus. Já o Milan está na parte intermediária da tabela, na 11ª posição, com apenas sete pontos.

Disposições táticas





A Inter veio num 3-5-2/3-4-3 com Zanetti de ala-esquerdo para marcar Emanuelson e Nagatomo de ala-direito. À frente de Gargano e Cambiasso, o brasileiro Philippe Coutinho não exerceu muito bem o papel de "meia de ligação", jogou mal; além de não voltar para marcar; ele, de fato, voltava, mas não ajudava Gargano e Cambiasso. Exemplo: se a bola vem da esquerda para a direita, Cambiasso se encontra batido, e como Coutinho não volta, Juan Jesus tem que ir para o combate.

O Milan veio postado num 4-2-3-1 com Emanuelson na direita, El Shaarawy na esquerda, Boateng no meio e Bojan à frente. No início do jogo, o sistema tático milanista funcionou muito mal pois os jogadores de meio campo, além de estarem muito separados um do outro, forçando passes mais longos (característica de Allegri), não se movimentavam, facilitando o trabalho defensivo interista.


Samuel marca o gol do jogo

Logo aos 3 minutos, em cobrança de falta, Cambiasso levanta bola na área e Samuel completa de cabeça. 1 a 0.

2º tempo
No segundo tempo, Stramaccioni, consciente do problema defensivo causado pela ausência defensiva de Coutinho e da fraca atuação geral do mesmo, sacou o brasileiro para pôr Guarín, para que, com o colombiano, a Inter marcasse com uma linha de 3 volantes, além de ganhar em contra-ataques

Porém 3 minutos depois, Nagatomo, que já tinha cartão amarelo, tomou o segundo após pôr a mão na bola e prejudicou os planos do técnico Stramaccioni, que teve que tirar Cassano e colocar Álvaro Pereira, ex-Porto; assim, Pereira virava ala-esquerdo, e Zanetti, direito. A inter jogava num 3-5-1/4-4-1.

Allegri também mexeu no Milan. O técnico pôs Abate no lugar de Bonera, alteração que aumentou a quantidade de jogadas pelo lado direito, tendo em vista que Bonera é, basicamente, um zagueiro improvisado. 

O técnico também pôs Robinho, no lugar de De Sciglio, assim, Emanuelson virou ala-esquerdo, e o brasileiro Robinho compôs junto de El Shaarawy e Boateng, uma linha de 3 homens atrás de Bojan.

Com as alterações, o Milan passou a sufocar a Inter e ter bem mais posse de bola do que os nerazzurri. O time jogava pra ticamente sem lateral, já que Abate e, principalmente, Emanuelson jogavam muito avançados e chegando ao ataque, com essa nova disposição tática, os jogadores, ao contrário do primeiro tempo, passaram a jogar um mais próximo do outro, forçando passes mais curtos e mais movimentação. Foi basicamente, um jogo de ataque contra defesaVeja abaixo as disposições táticas!


Inter com um homem a menos, Nagatomo fora expulso aos 48 minutos de jogo.
Aos 71 minutos, Palacio entra no lugar de Milito para tentar ter mais velocidade em caso de contra-ataque, a jogada era simples: ligação direta para Palacio; apostando também na criação de Guarín e velocidade de Pereira, que não deram em nada pois a Inter não tinha quase posse da bola.

Também aos 71, Allegri saca El Shaarawy e põe o ex-Inter Pazzini, para jogar mais enfiado como centro-avante; com isso, Bojan veio para a posição que era de Robinho (ver imagem), o brasileiro caiu para a esquerda e Boateng permaneceu na direita.

Mesmo pressionando até o fim e tendo toda a posse da bola, o ataque desordenado do Milan parava na disciplina tática defensiva da Inter, e foi assim, num jogo dramático e de tirar o fôlego, que a Inter venceu mais um derby!

sábado, 6 de outubro de 2012

West Ham sai na frente mas Arsenal tem mais volume de jogo e vence fora de casa

O Arsenal de Arséne Wenger visitou o West Ham de Sam Allardyce no Upton Park, em Londres, e venceu por 3 a 1.

Com esse resultado, o Arsenal chega a sua terceira vitória com 12 pontos, e está em quinto, já o West Ham, tem 11 pontos e ocupa a oitava colocação.

Disposições táticas

Arsenal
Os Gunners, de Wenger vieram num 4-3-3 / 4-2-3-1, onde Ramsey e Arteta eram meias (médios-volantes), não volantes, tendo liberdade para se movimentarem e armarem o jogo. Gervinho jogava aberto na direita, ao passo que Podolski, se posicionava aberto pela esquerda.

Em algumas ocasiões de ataque, os Gunners se projetavam mais à esquerda. Gervinho vinha quase para o centro, Giroud também saía para o lado esquerdo, além de Santi Cazorla; com isso, Jenkinson ganhava um verdadeiro corredor a sua frente, para que ele pudesse se aproximar da meta dos Irons. No minuto 17, em uma jogada dessas, Jenkinson recebeu livre e chutou pra fora.

West Ham abre o placar
Em uma dessas ocasiões quando Gervinho centralizou, aos 21 minutos, o Arsenal perdeu a bola no meio; sem Gervinho, McCartney ganhou espaço, e assim o West Ham conseguiu contra-atacar. Vamos analisar a jogada!

No plano 1, o "Diame" a direita é, na verdade, "Noble"
No plano 1 podemos ver que o posicionamento dos 3 jogadores de meio campo, como também o dos 3 atacantes do Arsenal (linhas laranjas); com a perda da bola por parte do Arsenal, como já havia dito, o West Ham puxa o contra-ataque com Noble, que passa para McCartney que, sem a marcação de Gervinho, acelera a jogada. Diame corre em direção a área se aproveitando do espaço livre representado pelo círculo laranja no plano 1, devido à desorganização das linhas do Arsenal, acompanhado por Ramsey.

Nos planos 2 e 3, vemos que Mertesacker - circulado - não protege sua zona de marcação, mas espera o combate de Ramsey em Diame e faz o papel de "zagueiro da sobra", o que foi uma desição errada em vez de ficar inerte, o alemão deveria ao menos ter fechado os espaços em sua zona de marcação. Depois disso, Diame dribla Ramsey e chuta no ângulo. 1 a 0.

Depois do gol, o West Ham, que parecia estar jogando fora de casa antes do gol, saiu mais para o ataque e o jogo ficou mais movimentado.

Empate dos Gunners
Aos 41 minutos, Giroud desarma o West Ham na saída de bola dos Irons e toca para Podolski, que cruza  de volta para Giroud para empatar o jogo.

2º tempo
A segunda etapa começou com o time da casa dominando as ações ofensivas, porém sem conseguir furar a defesa do Arsenal, já que os jogadores do West Ham não são tão técnicos como os do Arsenal, por exemplo. Até que Wenger saca Gibbs e Gervinho para a entrada do brasileiro André Santos e de Walcott. Com essas alterações, o Arsenal voltou mais ligado na partida.

Aos 77, Walcott que havia entrado no lugar de Gervinho, recebe em contra-ataque e vira o jogo. 2 a 1. Com a vantagem, o Arsenal passou a dominar novamente a partida.

Sam Allardyce trocou o esquema tático do time da casa para um 4-4-2 com a entrada do atacante Carlton Cole no lugar de Diame aos 82 minutos, o que foi em vão já que no minuto sefuinte, Santi Cazorla fez um golaço de fora da área e deu números finais à vitória do Arsenal! 3 a 1, placar final.