A Argentina de Messi e cia recebeu ontem o rival Uruguai em casa pelas eliminatórias da Copa do Mundo FIFA 2014, no Brasil. Os hermanos não deram chances para a celeste e, com ótimas atuações de Messi, Agüero, Higuain e di María, o chamado quarteto fantástico argentino, os donos da casa venceram por 3 a 0.
Com a vitória, a Argentina retoma a primeira posição, com 17 pontos; já o Uruguai, está em quinto, com 12. Na próxima rodada a Argentina encara o Chile em Santiago, terça-feira; e a celeste pega a Bolívia, terça, em La Paz.
Disposições táticas
A Argentina de Alejandro Sabella veio num 4-3-2-1/4-3-1-2 prezando uma grande movimentação e volume ofensivo. Nessa formação, os laterais Zabaleta e, principalmente, Rojo desempenhavam um importante papel ofensivo cada um, avançando sempre pelos flancos.
O time argentino era realmente muito forte pelo lado esquerdo, de onde saíram dois dos 3 gols, no segundo tempo, onde Rojo desempenhava o papel de "ala", e di María, que, apesar de jogar de meia central pela esquerda, avançava e se transformava em um meia-esquerdo.
O ataque foi a chave da vitória. Messi, Aguero, e até mesmo Higuaín, se movimentavam bastante, tocando a bola e fazendo tabelas, juntamente com di María, Zabaleta e Rojo que vinham de trás. Foi um jogo "ataque contra defesa", no primeiro tempo, onde o Uruguai conseguiu segurar o empate em 0 a 0.
Óscar Tabárez escalou o Uruguai num 4-3-3 onde Cáceres avançava bastante pelo flanco esquerdo, mais que Maxi Pereira pelo direito. Arévalo, Gargano e Gonzales não conseguiam armar o jogo ou desempenhar qualquer tipo de função ofensiva concreta. Cavani voltava para marcar a Argentina num 4-4-2. O atacante do Napoli se somava aos 3 volantes para fazer uma linha de 4.
O Uruguai jogou muito mal. A celeste não tinha um homem de ligação no meio-campo, Cavani, Suárez e Forlán pareciam estar fora de ritmo. O ideal seria que Cavani e Suárez recuassem um pouco e centralizassem para formarem um 4-3-2-1, fazendo uma linha de 4 com os alas, um verdadeiro 2-3-4-1!, o que foi um pouco do que a própria Agentina fez.
Uma outra alternativa seria escalar o time com 3 zagueiros, liberando mais os alas para o ataque e centralizando Cavani e Suárez.
Segundo tempo
Na segunda etapa, nada mudou. Apenas Cavani, que trocara de lado com Suárez. A Argentina deu continuidade à estratégia de concentrar os ataques pelo lado esquerdo, o que deu certo. Apesar do Uruguai conseguir segurar a onda no primeiro tempo, o primeiro gol argentino, marcado por Messi, abriu caminho para mais dois gols, um de Aguero, e outro me Messi, de falta.
Ataques pelo lado esquerdo: com duas assistências de di María, estratégia de Sabella dá certo!
O primeiro gol saiu aos 20 minutos da segunda etapa, quando Messi vem de trás, passa para di María, Messi passa por meio de 4 defensores e recebe para completar e fazer 1 a 0. 9 minutos depois, Aguero passa pra Messi, que faz um lindo passe para di María, que devolve para Agüero, para dentro da área, fazer 2 a 0.
Aos 34, Messi bate falta "à Ronaldinho" e dá números finais à vitória argentina. 3 a 0.
Confira os gols da partida!
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sábado, 13 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Brasil bate Argentina por 2 a 1 no primeiro jogo do Superclássico
| Neymar comemora segundo gol do Brasil |
O Brasil veio no 4-3-3 como podeor ver na imagem. Ralf era o primeiro volante e mais marcador, Paulinho tinha mais liberdade e Jadson se encarregava da armação de jogadas. Neymar e Lucas eram segundos-atacantes, não pontas, cada um de um lado, e Luís Fabiano se posicionava mais à frente.
O time de mano simplesmente não conseguia jogar. Mesmo com um ataque dinâmico e veloz, a seleção não conseguiu penetrar na defesa argentina.
A Argentina chegou ao gol aos 19 minutos com o oportunista Martínez. O Brasil chegou ao empate com Paulinho, seis minutos depois, de cabeça, depois de falta cobrada por Neymar, mesmo com o corinthiano estando em posição irregular.
No segundo tempo, a história se repetiu. O Brasil concentrava a maior parte das ações ofensivas, já a Argentina, bastante eficiente defensivamente, não tinha muita qualidade de ataque, seus contra-ataques não levavam perigo, faltava um homem de habilidade e criação.
E foi assim que, sem nenhum time merecedor da vitória, o Brasil chegou ao segundo gol. No último de acréscimo Neymar marca de pênalti. Désábato tinha derrubado Damião - que entrou no lugar de Luís Fabiano - e colocado a mão na bola. Placar final, 2 a 1.
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